"Quem me devolverá o sangue do poema?" - Rosa Lobato Faria
Pirimaflor
Pirimá era um pirilampo mágico.
Após muitas aventuras e desventuras, se fez luz-da-noite, dádiva de uma flor, que seu corpo luminoso mas cansado recebeu, em seu cálice de amor doce.
Nasceu um farol na noite escura – Pirimá-Flor.
Cavaleiro Monge
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ponto de luz
pedroperes.wordpress.com
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