espelho distorcido
reflete máscaras.
Ele, o titereiro silente
ela, marionete frágil.
ciclos de desdém giram
lágrimas são gotas invisíveis
no palco da ilusão
ele ri.
ela
jardim murchando
Ele
inverno implacável
o amor
crisálida frágil.
_pedroperes
espelho distorcido
reflete máscaras.
Ele, o titereiro silente
ela, marionete frágil.
ciclos de desdém giram
lágrimas são gotas invisíveis
no palco da ilusão
ele ri.
ela
jardim murchando
Ele
inverno implacável
o amor
crisálida frágil.
_pedroperes
na sombra
espero ansiosa
coração bate
fogoso
olhares que ignoram
silenciosos.
tento em vão
me aproximo
versos e sorrisos
envio
no vácuo
perco-me
vazia.
sigo o sonho
persistente
no peito
amor ardente
esperança
eterna mente.
_pedroperes
no meu peito, paixão profunda
silente, sou sombra muda.
ele, alheio, segue sua jornada.
anseio um olhar, um sorriso
nesse abismo, sou abismo.
minha alma, por ele, está ferida.
no eco da noite, solitária
espero a luz necessária.
sonhos voam, o coração clama.
_pedroperes
no ressoar dos suspiros
sou brisa sem teu toque.
voo, sombra em pranto.
anseio ser estrela
no céu dos teus olhos.
perdida, na noite fria.
desvendar-te é meu enigma
caminho de encontros e sombras.
esperança, chama frágil.
_pedroperes
na luta árdua, sigo
vontade insana, amigo.
cigarro chama, brilha
só um, mente tranquila.
fumaça dança, mente voa
respiro fundo, razão ecoa.
batalha interna, persistente
libertação à frente.
_pedroperes