
sou bicho do mato
escravo do meu próprio corpo
que no tronco no sangue seco
de chibata gasta e molhada
rasga a pele a carne da minha alma
e tudo o mundo rindo rindo rindo
mas bem lá no fundo
lá no fundo da loucura onde moro
eu bem sei é de mim que eu estou rindo
"rasga a pele a carne da minha alma..." Há um bicho do mato assim em mim também... Mas, a loucura de mim, de mim, não ri...
ResponderExcluirÉ sempre bom vir aqui e sentir esta brisa tocar...
Beijocas/que/sangram
Adorei seu texto, pois é de uma intesidade poética magnífica. Feliz 2013 e que neste ano ímpar você consiga desvendar cada dia os mistérios dessa vida. Abraço fraterno, Jasanf.
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